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Seminário Integrador: Gese 20 anos - Celebrar, resistir e reinventar
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- Escrito por Luan Soares Silva
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Venha participar do Seminário Integrador: Gese 20 anos - Celebrar, resistir e reinventar. As inscrições são de 18 de outubro a 17 de novembro através do seguinte link: https://sinsc.furg.br/detalheseventos/1818

Por uma Ciência para todes, todas e todos: Existências, Resistências e Reconhecimento
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- Escrito por Luan Soares Silva
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A Live será transmitida no dia 19/10 às 19h pelo canal oficial da FURG. Acesse em: https://www.youtube.com/watch?v=MTgLX-X9Hvw

FURG aprova inclusão de pessoas transgênero no Programa de Ações Afirmativas
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- Escrito por Luan Soares Silva
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Durante reunião do Conselho Universitário (Consun) realizada na manhã desta sexta-feira, 7, foi aprovada a alteração das Resoluções nº 20/2013 e 04/2019 que, respectivamente, tratam do Programa de Ações Afirmativas na graduação e pós-graduação na FURG. Com a mudança, pessoas transgênero passam a integrar as ações afirmativas na universidade.
A proposta foi formulada pela Coordenação de Ações Afirmativas, Inclusão e Diversidades (Caid) em conjunto com o Gabinete da Reitoria. As razões para o pedido se baseiam principalmente na vulnerabilidade social e de identidade dessa população - entendidas travestis, mulheres transexuais e homens transexuais -, que se dá especialmente pela evasão compulsória da escola (em média entre 13 e 18 anos em razão da discriminação e violências como a transfobia, resultando em uma estimativa de que 72% dessas pessoas não concluam a escola) e pela expulsão do ambiente familiar.
Este cenário, em especial a evasão escolar precoce, gera uma dificuldade de inserção no ambiente do trabalho e, por sua vez, faz com que a maior parte dessa população acabe realizando trabalhos precarizados - sendo que alto percentual acaba desenvolvendo atividades de ainda maior vulnerabilidade, como a prostituição. A consequência dessas questões resulta em uma expectativa de vida baixíssima; cerca de 35 anos.
“De cada 4 mulheres no Brasil uma é assassinada. Se pensarmos em termos transgênero, de cada 4 travestis, 3 são assassinadas; o Brasil há 13 anos é o país que mais assassina pessoas trans no mundo”, destacou a coordenadora da Caid, Simone Freire.
Outro aspecto destacado como justificativa da proposta está na invisibilização da população transgênero nos dados oficiais. “O censo 2022 se recusou a fazer esses registros; dados de registros de ocorrência na maior parte das vezes também não identificam gênero”, destacou Simone. Para a Caid, a consequência desse cenário retrata a ausência de políticas públicas de acesso aos direitos fundamentais dessas pessoas.
"Finalmente, é importante destacar que a proposta aprovada hoje é um compromisso da atual gestão, que desde o primeiro momento se apresentou comprometida em ser diversa e plural", complementou a coordenadora.
Próximos passos
Com as alterações aprovadas, a próxima etapa do processo ocorrerá em reunião futuro do Conselho de Ensino, Pesquisa, Extensão e Administração (Coepea), espaço no qual será apresentado o edital de processo seletivo específico para pessoas transgênero. A proposta prevê a oferta de dez vagas em cursos da universidade, eleitos pela população trans a partir de um trabalho desenvolvido pelo Grupo de Pesquisa Sexualidade e Escola (Gese).
*A matéria original pode ser conferida em no site da FURG em: https://www.furg.br/noticias/noticias-institucional/furg-aprova-inclusao-de-pessoas-transgenero-no-programa-de-acoes-afirmativas-2 *
Você sabia?
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- Escrito por Luan Soares Silva
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ATENÇÃO! As submissões para o Dossiê Currículo, Formação de Professores/as e Educação para a Sexualidade poderão ser realizadas até 30/10/2022
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- Escrito por Luan Soares Silva
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O Dossiê Currículo, Formação de Professores/as e Educação para a Sexualidade tem como propósito constituir-se como espaço-tempo de debates, pensamentos e ações em torno do currículo e da formação de professores/as, localizando-os em territórios de possíveis que provocam e movimento de discursos assumidos como verdadeiros. Currículo e formação são e estão, ao mesmo tempo, forjados em meio a espaços de disputas e de lutas que ora legitimam e ora deslegitimam saberes e verdades; ora traz ao centro ora relega às margens tais saberes e verdades, particularmente, aqueles e aquelas atrelados/as ao que defendemos como educação para a sexualidade. Afrouxar a fixidez que, desde a modernidade, vem sendo produzida pelo campo educacional, talvez seja uma possibilidade de cavar brechas em verdades instituídas que marcam os corpos, determinam padrões de viver com e entre corpos, gêneros, sexualidades, relações étnico-raciais, idades, gerações... Provocar outros modos de entender a relação com a verdade é ferramenta importante para pensar o impensado no currículo e na formação de professores/as. Em suma, o dossiê visa, abrigar leituras, pensamentos, teorizações, agenciamentos, experimentações que envolvam processos e atos de currículos, processos e atos formativos no que tange à movimentação da educação para sexualidade neste século XXI.
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